DIVELOL 25MG 60 CPR

CÓDIGO DO PRODUTO: 1003075 | Marca: BALDACCI

DIVELOL 25MG 60 CPR

CÓDIGO DO PRODUTO: 1003075 / Marca: BALDACCI
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INDICAÇÕES: Hipertensão arterial: O carvedilol é indicado para tratamento de hipertensão arterial, isoladamente ou em associação a outros agentes anti-hipertensivos, especialmente diuréticos tiazídicos. Angina do peito: O carvedilol demonstrou eficpacia clínica no controle das crises de angina do peito. Dados preliminares de estudos indicaram eficácia e segurança do uso do carvedilol em pacientes com angina instável e isquemia silenciosa do miocárdio. Insuficiência cardíaca congestiva: DIVELOL® é indicado para tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva leve, moderada ou grave, de etiologia isquêmica e não isquêmica. Em adição à terapia padrão (inibidores da enzima conversora de angiotensina, diuréticos e digital opcional), o carvedilol demonstrou reduzir a morbidade (hospitalizações cardiovasculares e melhora do bem estar no paciente) e a mortalidade, bem como a progressão da doença. Pode ser usado como adjunto à terapia padrão, em pacientes incapazes de tolerar inibidores da ECA e também em pacientes que não estejam recebendo tratamento com digitálicos, hidralazina ou nitratos. De acordo com os resultados de um estudo (Copernicus), o carvedilol é eficaz e bem tolerado em pacientes com insuficiência cardíaca crônica grave.

 

CONTRAINDICAÇÕES DIVELOL®: é contraindicado em pacientes com: hipersensibilidade conhecida ao carvedilol ou a qualquer dos componentes do produto; insuficiência cardíaca descompensada, que exija terapia inotrópica intravenosa; insuficiência hepática clinicamente manifesta. Como com qualquer outro betabloqueador, DIVELOL® não deve ser usado em pacientes com asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico; bloqueio AV de segundo ou terceiro graus; bradicardia severa (<50bpm); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico; hipotensão severa (pressão arterial sistólica <85 mmHg).

 

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS: Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora da insuficiência cardíaca ou retenção hídrica durante titulação do carvedilol. Caso isso ocorra, a dose do diurético deve ser aumentada e a dose de DIVELOL® não deve ser aumentada até se atingir novamente a estabilidade clínica. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose do carvedilol ou descontinuá-lo temporariamente Tais episódios não impedem o sucesso de titulação subsequente de DIVELOL®. O carvedilol deve ser usado com cautela em combinação a digitá- licos, pois ambas as drogas lentificam a condução AV. Deve-se ter cautela ao administrar-se carvedilol a pacientes com diabetes mellitus, pois os sinais e sintomas precocoes de hipoglicemia podem ser mascarados ou atenuados. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e diabetes, o uso do carvedilol pode associar-se a piora do controle da glicemia. Portanto, monitoração regular da glicemia é necessária nos diabéticos quando DIVELOL® for iniciado ou titulado e a terapia hipoglicemiante ajustada adequadamente. Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial (PA sistólica <100 mmHg), cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente. Nesses pacientes, a função renal deve ser monitorada durante a titulação do carvedilol. Descontinuar a medicação ou reduzir a dose caso ocorra piora da função renal. DIVELOL® deve ser usado com cautela em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico e que não estejam recebendo medicação oral ou inalatporia se o benefcício potencial superar o risco potencial. Em pacientes com tendência a brocoespasmo, pode ocorrer insuficiência respiratória por possível aumento da resistência das vias aéreas. Os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente durante o início e titulação de DIVELOL®, e a dose do carvedilol reduzida se for observado broncoespasmo durante o tratamento. Usuários de lentes de contato devem lembrar-se da possibilidade de redução do lacrimejamento. O tratamento com DIVELOL® não deve ser descontinuado abruptamente, prijcipalmente em pacientes com cardiopatia isquêmica. A retirada do carvedilol neses pacientes deve ser gradual (ao longo de 2 semanas). DIVELOL®, como outros betabloqueadores, pode mascarar os sintomas de tireotoxicose. Deve-se ter cuidado ao se administrar carvedilol a pacientes com história de reações graves de hipersensibilidade e naqueles submetidos a terapia de dessensibilização, pois os betabloqueadores podem aumentar tanto a sensibilidade aos alérgenos quanto a gravidade das reações anafiláticas. Pacientes com história de psoríase associada a tratamento com betabloqueadores só deverão tomar carvedilol após se considerar o risco-benefício. Em pacientes com feocromocitoma, deve-se iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de DIVELOL® exercer atividade tanto alfa quanto beta- bloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos. Portanto, deve-se ter cautela ao se administrar carvedilol a pacientes com suspeita de feocromocitoma. Betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com carvedilol nesses pacientes, apesar de sua atividade alfabloqueadora poder prevenir esses sintomas. Entretanto, deve-se ter cautela ao se administrar carvedilol a pacientes com suspeita de angina variante de Prinzmetal. DIVELOL® deve ser usado com cautela em pacientes com doença vascular periférica, pois os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial. Em pacientes com distúrbios circulatórios periféricos (fenômeno de Raynaud) poderá ocorrer exacerbação dos sintomas. Deve-se ter cautela em pacientes que serão submetidos a cirurgia, devido aos efeitos sinérgicos inotrópico negativo e hipotensor do carvedilol e drogas anestésicas. DIVELOL® pode provocar bradicardia. Se a frequência cardíaca reduzir para menos de 55 batimentos por minuto, a dose do carvedilol deve ser reduzida. Pacientes em terapia concomitante com bloqueadores dos canais de cálcio do tipo verapamil ou diltiazem ou outra droga antiarrítmica, é necessário monitoração cuidadosa do ECG e da pressão arterial. Devido a reações individuais variáveis (tonturas, cansaço), a capacidade do paciente para dirigir ou operar máquinas pode ser comprometida, principalmente no início do tratamento e após aumentos de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool. Gravidez e lactação Não há experiência clínica adequada com carvedilol em mulheres grávidas. Betabloqueadores reduzem a perfusão placentá- ria, podendo resultar em morte fetal intra-uterina e parto prematuro. Além disso, efeitos adversos (hipoglicemia e bradicardia) podem ocorrer no feto e no recém-nascido. Existe risco aumentado de complicações cardíacas e pulmonares no recémnascido. Estudos em animais mostraram que DIVELOL® não possui efeitos teratogênicos. DIVELOL® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. O carvedilol e seus metabólitos são excretados no leite. Embora se desconheça se o carvedilol é excretado no leite humano, amamentação não é recomendada durante a administração de DIVELOL®.

Outras Informações

Registro MS:1.0146.0065

Princípio ativo: CARVEDILOL

Nome do Fabricante: BALDACCI.

ADVERTÊNCIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. Procure um médico e o farmacêutico. Leia a bula.

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CARVEDILOL 25MG 30CPR EMS
Cod. Produto: 1016821
Marca: E.M.S. GENERICO
Por: R$ 38,16

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